Buscar quarta-feira, 2 de setembro de 2026
(67) 99913-8196
Dourados
16°C
Educação

UEMS rejeita rumores de transferir sede para Campo Grande

19 de agosto 2014 - 21h07 Por Redação Douranews
UEMS rejeita rumores de transferir sede para Campo Grande

Depois de terem sido veiculados, na Assembleia Legislativa e em alguns veículos de imprensa do Estado, a possibilidade de transferência da sede administrativa da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) de Dourados para Campo Grande, a direção da instituição disse, nesta terça-feira (19), que essas especulações não passam de “rumores fora da realidade”.

O primeiro e principal elemento a ser considerado, segundo o Governo do Estado, é o que diz a Constituição de Mato Grosso do Sul, a maior lei estadual, que, em seu artigo 48 diz: “Fica criada a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, com sede na cidade de Dourados”. A clareza com que a Constituição indica Dourados como o município que abriga a sede administrativa da UEMS foi e é importante para indicar uma das principais marcas institucionais da UEMS, a interiorização. 

A UEMS possui um total de 15 unidades universitárias, o que significa dizer que, em 15 municípios do Estado, a Universidade possui uma “sede” própria. A construção do prédio da unidade da UEMS em Campo Grande, única unidade universitária que ainda não funciona em uma “sede” própria (atualmente é utilizado um prédio cedido pelo Governo do Estado e um espaço compartilhado na Escola Hércules Maymone), justifica a assessoria, para tentar esclarecer esses comentários.

“O fato de que a UEMS de Campo Grande terá uma sede própria não significa dizer que a sede administrativa da Universidade (reitoria, pró-reitorias, diretorias etc.) será transferida para a Capital, são coisas diferentes”, diz a nota da Universidade. “Também não é verdadeira a alegação de que a possível abertura de um curso de Medicina na UEMS/Campo Grande provocará a mudança da sede administrativa universitária”, diz.

A UEMS confirma que há uma comissão estudando a viabilidade de abertura do curso, cuja aprovação caberá aos órgãos colegiados competentes, “mas esta pauta em nada tem a ver com mudanças na estrutura administrativa da Universidade”, acrescenta.