Sartori se reuniu com Marçal e secretário de Saúde — Divulgação
A secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Marta Abramo, publica na edição desta segunda-feira (30) do Diário Oficial da União, a autorização de funcionamento do curso superior de graduação em Medicina na modalidade bacharelado, com 60 vagas, a ser ofertado pela Faculdade de Medicina de Dourados, mantida pela Unifron Educacional.
O novo curso vai funcionar, provisoriamente, nas dependências da Faculdade Anhanguera, no Bloco B da Rua Manoel Santiago, na Vila São Luiz, região central de Dourados.
A nova publicação oficial, depois da Portaria assinada pelo ministro
Camilo Santana, com o credenciamento para instalação da Faculdade de Medicina em Dourados, foi apresentada na manhã desta segunda pelo diretor da instituição, e conselheiro da Câmara de Ensino Superior no MEC, professor Henrique Sartori, ao prefeito Marçal Filho e o secretário municipal de Saúde, Marcio Grei Figueiredo.
De acordo com Sartori, o vestibular com 60 vagas será realizado já neste mês de julho de 2025, com previsão de início das aulas em agosto. O diretor da Unifron Educacional falou sobre esse momento importante para o município:
“O credenciamento e a autorização do curso de Medicina representam uma conquista histórica para Dourados e para o Mato Grosso do Sul”.
Para o prefeito Marçal Filho, a chegada de mais um curso de Medicina consolida a posição de Dourados como referência em educação superior e fortalece a saúde pública da região. “É um avanço significativo”, enfatizou. “A formação de novos profissionais amplia a capacidade de atendimento e contribui com a residência médica e a fixação de médicos na cidade”, afirmou.
Marçal Filho destacou ainda que a Faculdade de Medicina recoloca Dourados no lugar de destaque que o município sempre teve como Cidade Universitária:
“Agora chegou a vez de Dourados, a segunda maior cidade do Estado, também oferecer Curso de Medicina pela faculdade particular, que se somará à UFGD para formar mais de uma centena de novos médicos todos os anos”.