O atual Reitor, professor Jones Dari Goettert, da FCH (Faculdade de Ciências Humanas) da UFGD, não vai tentar novo mandato para o comando da Universidade, nas eleições agendadas para o mês de abril deste ano em Dourados.
Nesta terça-feira (10), último prazo para a apresentação dos grupos interessados na disputa, três chapas sinalizaram com essa vontade. A professora Gicelma Chacarosqui confirmou a pretensão, após indicada por grupo de apoio que se reuniu no final da tarde com a participação de lideranças da instituição.
Ela vai concorrer com outras duas chapas. Uma encabeçada pela professora Marisa de Fátima Lomba de Farias, esposa do ex-reitor Damião Duque de Farias e a outra, do professor Etienne Biasotto, atual pró-reitor de Ensino de Graduação na UFGD e filho do ex-diretor do antigo Ceud, Wilson Biasotto.
Jones Dari comanda a UFGD desde junho de 2022 depois de um período de três anos de intervenção com reitores pro tempore, após a eleição do professor Etienne ter sido contestada no MEC. O primeiro Reitor foi o professor Damião, indicado em 2006 após a criação da Universidade e depois eleito por dois mandatos.
A professor Gicelma confirmou nesta quarta (11) ao Douranews que decidiu encabeçar essa proposta visando imprimir "uma gestão de escuta ativa e acolhimento na prática, e de todas as pessoas, focada no desenvolvimento sustentável e na redução das desigualdades". como sugere seja a situação atual na UFGD. Ela é responsável pelo Projeto Cuidar, de extensão da UFGD.
A Comissão de Consulta Prévia, criada sob a presidência da professora Thissiane Fioreto, deve publicar ainda nesta semana os detalhes das chapas inscritas e próximos passos do calendário eleitoral. O futuro Reitor, ou Reitora, vai assumir um Orçamento previsto para 2026 da ordem de R$ 450 milhões.


Marisa, Etienne e Gicelma, os protagonistas da disputa na UFGD 




