Jovens filiados ao PSDB lançaram sábado (19) o R45, grupo da juventude do partido que objetiva fazer o debate político sobre a situação do país e do estado, o programa para a juventude e a importância das candidaturas do senador Aécio Neves para presidente e do deputado federal Reinaldo Azambuja para governador em Mato Grosso do Sul.
O evento reuniu cerca de 300 jovens de diversos segmentos como evangélicos, católicos, ordem Demolay, estudantil, indígena, produtores rurais e outros. Para Anderson Barão, presidente estadual da Juventude do PSDB, os jovens querem mudanças e as grandes manifestações em 2013 mostraram a insatisfação com a atual forma de fazer política no país e no estado. “Vemos hoje a necessidade de politização da juventude, de esclarecimento. Não podemos esquecer que grande parcela dos eleitores é de jovens e estamos vendo a nossa importância no processo”.
O candidato a governador Reinaldo Azambuja defendeu a implantação de políticas públicas que beneficiem a juventude. A geração de empregos para os jovens que entram no mercado de trabalho e o incentivo à cultura estão entre as prioridades de Reinaldo. Ele quer rever a política de incentivo fiscal em MS para que, como contrapartida, as empresas ampliem a oferta de empregos de qualidade para os jovens sul-mato-grossenses. “Vamos fazer uma reformulação na nossa lei de incentivos fiscais. A questão da qualificação é uma ferramenta que o Estado tem que oferecer para toda sociedade. Vamos mudar a lei para exigir contrapartida das indústrias e empresas incentivadas para disponibilizar o primeiro emprego de verdade para os jovens terem oportunidade no Estado”, disse.
Investimento em cultura
Reinaldo Azambuja também afirmou que vai aumentar os investimentos na área cultural. “Precisamos investir nos nossos valores, nos nossos talentos. Não temos uma política de valorização da cultura. E não se faz cultura sem investimentos. Se o Estado não aportar recursos realmente na Fundação de Cultura, nada vai acontecer. E nós temos um potencial cultural no nosso Estado adormecido, precisamos fazer isso despertar. O dinheiro que é destinado à cultura só serve para pagar a folha de pagamento. O que precisamos fazer é investimento, colocar recursos para fazer boas práticas culturais”, disse.