A PF (Polícia Federal) de São Paulo apreendeu R$ 100 mil em espécie e 16 cheques com o servidor público estadual licenciado Mário Welber, apoiador da campanha de Bruno Covas no interior paulista. A apreensão ocorreu em 27 de setembro, no aeroporto de Congonhas. Segundo a PF, Welber tem até sexta-feira (10) para se manifestar sobre a origem do dinheiro.
A PF diz que os valores seguem retidos. Na ocasião da apreensão, o servidor foi ouvido e liberado. Bruno Covas, eleito deputado federal pelo PSDB neste domingo (5), divulgou nota na qual aponta que o dinheiro pertence ao apoiador e que os cheques da campanha foram cancelados.
De acordo com reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, Mário Welber embarcaria com o dinheiro em espécie em uma mala para São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Ele informou que colabora com a campanha de Covas no interior, mas que não é seu assessor.
A PF informou que o viajante foi levado para sua Superintendência Regional em São Paulo, mas não foi preso. Foi instaurado inquérito policial para investigar a origem do numerário. Segundo a PF, caso se comprove que o dinheiro tem origem legal, ele será devolvido. Ao “O Estado de S. Paulo”, Welber disse que havia ido a São Paulo para "fazer um negócio", da compra de um carro, mas que ele não deu certo e retornava a Rio Preto.