O PSDB ingressou, na semana passada, com um pedido de “auditoria especial” no TSE, afim de se verificar a “lisura do processo eleitoral”. O texto cita informações divulgadas em redes sociais que comprometeriam a credibilidade das urnas eletrônicas em todo o Brasil. A presidente Dilma Rousseff (PT) venceu as eleições por uma margem de 3 milhões de votos à frente do senador Aécio Neves (PSDB). Os tucanos negaram que a auditoria seria uma recontagem de votos.
Os ministros do TSE, então, decidiram que o PSDB terá acesso a cópias digitais de boletins de urnas, à cópias impressas de votações de sessões eleitorais, dos arquivos eletrônicos, das cópias eletrônicas dos chamados “logs” (registros de votações), ordens de serviços das urnas eletrônicas, programas de totalização de votos e acesso aos softwares das urnas eletrônicas. Apesar do amplo acesso aos sistemas de votação do TSE, a corte definiu que os custos dessa auditoria caberão ao PSDB. A informações é do portal iG