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Grupo Divergente também discute perspectiva na política local

21 de novembro 2015 - 12h16 Por Redação Douranews
Grupo Divergente também discute perspectiva na política local

Dourados pode ter nas próximas eleições número recorde de postulantes a sucessão do prefeito Murilo Zauith. Revivendo, por exemplo, as disputas das décadas setenta/oitenta. Nomes como Délia Razuk, Geraldo Resende, Barbosinha, Sebastião Nogueira, começam a despontar no cenário político local.

Porém não são absolutos, outras siglas se articulam com objetivo de atrair os milhares de votos brancos e nulos. Nas disputas passadas, quase quarenta mil pessoas abstiveram-se de votar, talvez frustrados com as promessas produzidas pelos marqueteiros contratados para impor suas filosofias goela abaixo.

Além dos nomes citados, PMDB, PR, PSB e legendas como PSDC, PSOL, garantem beliscar os votos dos douradenses. No entanto, grupos como Dinossauros [que reúne ex-prefeitos e ex-deputados da década de 70/80] e agora o novato Divergentes observam tudo de camarote, na espreita para entrar na parada. Nomes como Zé Roberto, Geraldo Sales e Keliana Fernandes dividiram as últimas campanhas em Dourados.  

Divergentes

O Divergentes nasceu de reuniões esporádicas na AG Escapamentos  (antiga Corte Aço), na rua Onofre Pereira de Matos, entre as ruas Aquidauana e Missionários. Ganhou contornos respeitáveis quando o assunto não ficou restrito somente a futebol.  Puxado pelo presidente Geovani Giolando, os palpites nessa seara surgiram naturalmente, papo vai papo vem, apareceu o pé de jaca, face a discordância com a postura da classe política local, estadual e nacional.  

O professor Leandro Carlos Francisco, ex-diretor da Funced (atual Funed), ex-secretário municipal de Jatei, ex-Fundesporte, atual assessor parlamentar juntamente com Geovani e outros, idealizou e materializou a iniciativa.

Hoje, o grupo Divergentes, mais maduro, não abre mão até em se organizar para lançar candidatura própria no ano que vem.

“Estamos discutindo todas as hipóteses”, resume Geovani. “Política como a que vinha sendo praticada, não está satisfazendo a população douradense, tanto que o número de votos de protesto nas últimas eleições (quase quarenta mil), na verdade é um desserviço para a democracia”, continua.

Segundo Giolando, o grupo conta com bons nomes, tanto para majoritária (prefeito), como proporcional (vereadores). Ele atesta a garra e o desejo comum dos membros, por melhores projetos visando o desenvolvimento do município.

“Importante adiantar que não temos nada fechado, única coisa certa é que vamos marchar juntos, independente de composição”, encerra Giovani, lembrando que “quem quiser fazer parte da equipe, pode se juntar a nós, as portas estão sempre abertas para novas ideias”. (Por: Silva Júnior)

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