O plano inclui a construção de três novas fábricas, duas para o setor de petróleo e gás e outra de equipamentos para a área de saúde. A previsão é que essas novas unidades estejam prontas até o final de 2012. A companhia já tem 13 fábricas no Brasil e possui cerca de 10.200 colaboradores.
A Siemens também investirá em um centro de pesquisa e desenvolvimento voltado ao setor de petróleo e gás.
Duas das novas fábricas serão instaladas em Minas Gerais e outra em Santa Catarina, enquanto o centro de pesquisa ficará no Rio de Janeiro, segundo a empresa.
A área de energia será um dos principais focos da Siemens no Brasil, diante das oportunidades com o pré-sal.
O presidente da Siemens no Brasil, Adilson Primo, afirmou que já iniciou conversas com a Petrobras e outras grandes petrolíferas no país sobre parcerias no fornecimento de materiais e equipamentos.
"Queremos ter dois posicionamentos no Brasil, um como parceiro em pesquisa e desenvolvimento, buscando novos materiais e tecnologias, e outro de sermos fornecedores de equipamentos", afirmou ele após o anúncio dos investimentos no Palácio da Guanabara, no Rio.
Em 2010, a Siemens no Brasil teve receita equivalente a 2,1 bilhões de euros, um pouco menos de 3 por cento do faturamento global do grupo.