As indústrias que quiserem desenvolver algum produto, processo ou serviço inovador e buscam recursos para desenvolvê-los poderão participar do 2º ciclo do Edital Senai Sesi de Inovação, que encerra o período de inscrições das ideias inovadoras no dia 27 de julho. A previsão é de liberação de até R$ 300 mil por ideia inovadora.
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Segundo a gestora de projetos de inovação do Senai em Mato Grosso do Sul, Giane Manzeppi Faccin, as ideias serão submetidas aos avaliadores do Senai nacional, que poderão qualificá-las como inovadoras ou não. As que forem qualificadas terão de apresentar o plano de negócios e receberão recursos os que forem aprovados.
“No primeiro ciclo do edital, inscrevemos 30 ideias de indústrias sul-mato-grossenses, nove foram qualificadas e três planos de negócios aprovados”, lembrou Giane Faccin, acrescentando que as indústrias atuam nos segmentos de energia, biotecnologia e serviços de engenharia.
Nas indústrias que tiveram aprovação no 1º ciclo, o prazo para começar a colocar a ideia em prática vai até o dia 22 de setembro deste ano, quando, a partir de então, serão mais 20 meses para conclusão dos trabalhos. A expectativa para este ciclo é inscrever outras 30 ideias.
Edital
Inovar é fundamental para a competitividade da indústria brasileira. O edital Senai Sesi de Inovação é uma iniciativa que valoriza essa prática, com apoio de ideias inovadoras em produtos, processos e tecnologias sociais. O objetivo do edital é apoiar projetos de pesquisa aplicada em empresas do setor industrial, por meio dos Centros de Tecnologia do Senai e unidades do Sesi, com ênfase em inovação tecnológica e social.
Podem participar empresas industriais públicas ou privadas de todo o país, que poderão contar com suporte técnico e financeiro para o desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica e social; suporte para desenvolvimento de projetos envolvendo profissionais do Senai, do Sesi e da empresa, com custos compartilhados; apoio técnico especializado por meio de bolsas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).