Durante o “Seminário Lei da Empresa Limpa”, realizado, nesta segunda-feira (1), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, pela Fiems e a CGU/MS (Controladoria-Geral da União de Mato Grosso do Sul), o diretor-corporativo da Fiems, Jaime Verruck, destacou a preocupação quanto à preparação das empresas, que fornecem ao setor público e precisam se adequar, já que a lei está em vigor desde janeiro.
“Em Mato Grosso do Sul, pelo menos 70% das empresas que fornecem para o setor público são micro e pequenas empresas, que muitas vezes tem pouco acesso às informações e desconhecem a forma de se portar perante essa lei, então temos um grande trabalho no sentido de mostrar a compreensão e amplitude, bem como a gravidade das penas que podem ser estabelecidas”, declarou Jaime Verruck.
A chefe da CGU/MS, Janaína Gonçalves Theodoro de Faria, ressaltou que apesar de já ter gerado discussões bastante acaloradas, especialmente, nos grandes centros e ter divulgação ampla, a Lei da Empresa Limpa ainda precisa ser discutida. “É importante saber o que está acontecendo e o quanto isso impacta na nossa vida como cidadãos, empresários, governo”, disse.
Já o secretário estadual de Fazenda, Jader Rieffe Julianelli Afonso, afirmou que a lei é uma conquista para a nação, que vem de encontro aos clamores populares e tem como referência leis já regulamentadas em outros países. “O objetivo principal é manter um equilíbrio de concorrência entre as empresas, um ambiente mais correto e justo, sendo que a partir desse momento passamos a ter custos mais condizentes com a realidade”, afirmou.