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Demora em processo de liberação do FCO frustra empresários

12 de julho 2016 - 21h11 Por DOURANEWS
Demora em processo de liberação do FCO frustra empresários Diretora da Fiems, Claudia Volpini, retrata a queixa de empresários com Banco do Brasil — Foto: Divulgação/Assessoria

Ao participar, nesta terça-feira (12), no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, da reunião entre o setor produtivo, o Governo do Estado e o Banco do Brasil para discutir as prioridades para o FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) em 2017, a diretora da Fiems, Claudia Pinedo Zottos Volpini, defendeu mais agilidade do principal agente financeiro do Fundo na liberação de recursos para o setor industrial sul-mato-grossense.

Ela destacou que, durante o encontro, foi possível constatar que o Banco do Brasil demonstra muito interesse em atender com celeridade as demandas do setor produtivo junto ao FCO. “Trata-se de um conjunto de ações, que se iniciam com a primeira conversa entre o empresário e o gerente dentro do banco até o fechamento do contrato para a liberação dos recursos. Na nossa avaliação, a instituição precisa preparar os agentes que vão receber essa primeira proposta para que eles possam identificar se o industrial poderá ou não captar esse recurso”, declarou.

Claudia Volpini entende que essa clareza na relação do Banco do Brasil com o empresário tem de ser prioritária. “Porque, caso contrário, cria-se uma expectativa e uma demora sobre determinados projetos, que, muitas vezes, não terão os recursos liberados pelo FCO. O empresário se ilude ou acha que tem capacidade e condição de financiar, mas, na realidade, acaba tendo uma enorme frustração e, o pior, em um grande período de tempo, que ele poderia estar buscando outros recursos para viabilizar o seu projeto”, reforçou.

O Fundo

O secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico e presidente do CEIF/FCO (Conselho Estadual de Investimentos Financiáveis pelo FCO), Jaime Verruck, destacou que a finalidade do encontro foi realizar a discussão das diretrizes, bem como o destino dos recursos aplicados, regras e restrições de aplicação. "Esse é um grande momento de discutir aquilo que é prioridade para o FCO, nós vamos fazer nossas propostas aliadas ao plano estratégico do Estado e estamos tentando alinhar agora nessas diretrizes 2017 todas as linhas de financiamento de tal forma que dê sustentação a esse plano de desenvolvimento", ponderou.

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