O espetáculo pretende fazer uma homenagem ao circo tradicional, onde muitas vezes as famílias se desdobravam para realizar diversas funções, desde a montagem e organização do espetáculo, quanto na execução dos diferentes números existentes no circo, que na maioria das vezes eram executados pelos mesmos artistas, como por exemplo, a bailarina, que é ajudante do mágico, que é trapezista e ainda por cima vende pipoca no intervalo, mas tudo isso sem perder o brilho e o glamour existentes no circo. Contudo o “Circo Micróbio”, pretende ser como os microorganismos, apesar de minúsculos eles podem estar em todos os lugares, da praça central, até o vilarejo mais distante.
Preparativos:
O projeto teve inicio em agosto de 2011, quando o Coletivo M boitatá recebeu na cidade o profissional de teatro Anderson Lima, que esteve presente na montagem do espetáculo como orientador artístico do grupo, além disso, foi oferecida a oficina “Coisas de circo”, para o público interessado, que foi uma iniciação a prática de alguns aparelhos circenses como perna de pau, monociclo e malabares. Com isso o projeto “Circo Micróbio” também alcançou o viés formativo, servindo tanto para aprimorar a técnica do próprio grupo, como para expandir a arte circense para o público em geral, que foi estudantes do ensino médio, acadêmicos de Artes Cênicas da UFGD além de outros artistas interessados.
O grupo deu inicio as suas apresentações no dia 29 de setembro onde estiveram em um evento acadêmico, no interior de São Paulo e fizeram a pré-estréia do “Circo Micróbio”, além de uma conversa formativa sobre a história do circo no Brasil e o processo de montagem do grupo. Depois disso já estréio em Dourados na aldeia Jaguapirú, e apresentou na Praça Paraguaia, e no Parque do lago tendo agradado onde passou.