Com a proposta de levar cinema de graça para os moradores das cidades do interior onde não têm salas de exibição de filmes, o Cine Sesi Cultural atraiu público de 3.700 pessoas em Fátima do Sul no fim de semana com as exibições dos curtas e longas metragens “Os filmes que eu não fiz”, “O palhaço”, “Até o Sol raiar”, “Eu e meu Guarda-Chuva”, “Vida Maria” e “Enrolados”. No município, a estrutura foi montada na Praça Getúlio Vargas, no centro da cidade, tendo como melhor dia o domingo (5), quando cerca de 1.500 pessoas prestigiaram o evento.
Em Mato Grosso do Sul, o projeto já foi visto por 98.200 pessoas de 30 municípios nos anos de 2010 e 2011 e tem meta de atingir público de 100 mil pessoas em 32 cidades neste ano. Até o momento, o Cine Sesi já foi visto por mais de 21.800 pessoas nos municípios de Cassilândia, Selvíria, Três Lagoas, Paranaíba, Aparecida do Taboado, Brasilândia, Anaurilândia, Santa Rita do Pardo, Angélica e Fátima do Sul, enquanto em todo o País quase 3 milhões de pessoas de 559 cidades espalhadas por oito Estados já foram beneficiadas, caracterizando-se como um festival de cinema itinerante com a proposta de levar cinema para os municípios que não possuem salas de exibição em funcionamento.
Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, a diretoria do Sistema Indústria orgulha-se de reunir na primeira etapa 52.200 pessoas e 46 mil na segunda edição. “Esse projeto de responsabilidade social contribui para divulgar as ações do Sesi no Estado e, mais do que nunca, estamos cumprindo com o nosso compromisso de levar cultura e lazer às diversas comunidades do Estado”, disse. Para o superintendente do Sesi, Michael Gorski, a continuidade de um projeto, que já beneficiou quase 100 mil pessoas em dois anos de realização em Mato Grosso do Sul, demonstra a preocupação da entidade com a responsabilidade social. “Por meio do Cine Sesi, estamos mostrando à população do Estado que, além de saúde, educação e cidadania, também podemos levar cultura e lazer para as cidades do Estado”, disse.