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Embriagado, cantor Renner se envolve em mais um acidente

26 de dezembro 2014 - 21h54 Por Redação Douranews
Embriagado, cantor Renner se envolve em mais um acidente

O advogado do cantor Ivair dos Reis Gonçalves, o Renner, da dupla sertaneja com Rick, disse que o cliente admitiu ter consumido cerveja e vodca antes de dirigir, mas negou que o músico estivesse embriagado. "Ele bebeu bebidas alcoólicas. Foi um acidente, uma fatalidade. Já foi tudo resolvido", defendeu Glécio Mariano no 27º Distrito Policial de São Paulo, no Campo Belo após acidente envolvendo o cantor na região do aeroporto de Congonhas, no centro da cidade.

Renner foi detido na manhã desta sexta-feira (26) após o carro de luxo em que o cantor dirigia, um modelo BMW X5, ter batido na traseira de um Fiat Uno. Ninguém ficou ferido, mas o músico foi indiciado por embriaguez ao volante e fuga do local do acidente. Ele vai responder em liberdade porque pagou fiança de R$ 10 mil. O cantor admitiu à Polícia Militar ter consumido bebida alcoólica, "mais precisamente vodca", de acordo com o boletim de ocorrência.

"Ele está arrependido, não esperava que fosse acontecer isso. As pessoas que foram lesadas vão ser reparadas. Ele pediu desculpas e se retratou", afirmou o advogado após o cantor deixar a delegacia na tarde desta sexta-feira. Renner não falou com a imprensa na saída, segundo publica o G1. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) do cantor estava vencida desde 10 de maio de 2010.

Acidente com mortes

Em 2001, o sertanejo se envolveu em um acidente que deixou dois mortos em Santa Bárbara d'Oeste, no interior de São Paulo. Luís Antônio Nunes Aceto e a namorada, Eveline Soares Rossi, seguiam de moto de Piracicaba a Campinas. Renner vinha na direção contrária em uma BMW. Conforme a acusação, o sertanejo conduzia em alta velocidade, perdeu o controle do carro, atravessou a pista e atingiu o casal, que morreu na hora. Ele foi condenado a pagar 2 mil salários mínimos [atualizado em valores atuais, o equivalente a quase R$ 3 milhões] aos familiares das vítimas, mas ainda questiona a decisão na Justiça.