Pela primeira vez a classe E representa menos de 1% dos 49 milhões de domicílios existentes no Brasil, de acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo deste domingo (22). Isso representa que o número de brasileiros em situação de pobreza extrema teve uma drástica redução nos últimos dez anos.
O jornal utiliza cálculos do estudo IPC-Maps, feito pela IPC Marketing, consultoria especializada em avaliar o potencial de consumo, para apontar que 404,9 mil ou 0,8% dos lares são hoje de classe E, a base da pirâmide social.
A reportagem diz ainda que a fatia dos domicílios de classe D caiu quase pela metade no período, de 33,6% para 15,1%. Já os estratos C e B cresceram. Em 1998, 17,8% dos domicílios eram da classe B e, em 2011, representavam 30,6%.