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Brasileiro ainda prefere aumento de salários a tirar férias

04 de dezembro 2012 - 15h25 Por Redação Douranews
Brasileiro ainda prefere aumento de salários a tirar férias

O que você preferiria: mais férias ou um aumento de salário?

Uma pesquisa da consultoria Mercer procurou mapear quais os benefícios e incentivos mais apreciados por funcionários de empresas de diversos portes no Brasil e em outros nove países e descobriu que, no geral, os trabalhadores valorizam mais um holerite um pouco mais recheado no fim do mês do que dias de folga adicionais para descansar na companhia de amigos e da família.

Para fazer a pesquisa, a Mercer entrevistou 10.400 trabalhadores na França, Canadá, Espanha, EUA, China, Hong Kong, Irlanda, Itália e Reino Unido, além do Brasil.

Os entrevistados receberam uma lista com 13 benefícios ou "incentivos" que poderiam ser oferecidos pelas empresas e foram instruídos a compará-los e enumerá-los por ordem de preferência.

O Canadá foi o único país em que mais trabalhadores disseram preferir férias mais longas a qualquer outro benefício. No total, 20% dos canadenses disseram preferir ganhar uma semana adicional de folga.

Os valores incluídos nas opções de benefícios e incentivos, bem como o tempo de férias, variaram em cada país.

Brasil

No caso do Brasil, cerca de 16% dos entrevistados colocaram um adicional de R$ 300 em seu salário mensal como primeira opção (embora o interesse por esse aumento diminuísse conforme aumentava o salário-base do funcionário entrevistado).

Em segundo lugar, com 13% da preferência dos entrevistados brasileiros, ficou uma ajuda mensal de R$ 300 para gastos básicos - principalmente com alimentação.

Outros 12% dos trabalhadores brasileiros disseram preferir que sua empresa aportasse R$ 300 a seu plano de aposentadoria. E apenas 9% disse preferir dez dias a mais de férias.

Os outros benefícios não financeiros oferecidos como opção aos trabalhadores foram menos horas de trabalho na sexta-feira durante o verão, horários de trabalho flexíveis e a instalação de clínicas médicas em seu local de trabalho.

"Benefícios não financeiros, como um período maior de férias pagas, horas flexíveis e clínicas médicas no local de trabalho receberam poucos pontos (na avaliação), o que indica que os subsídios financeiros diretos são os componentes mais desejados em um programa de benefícios", nota a Mercer, no relatório sobre o Brasil. Com informações do Terra

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