O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) anunciou que passa a valer, a partir de sexta-feira (1), a implantação de chips nos veículos que circulam pelas rodovias e estradas brasileiras, como parte do Siniav (o Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos) no Brasil.
O projeto prevê a instalação de um chip ou tag de identificação eletrônica, que vai conter os dados do veículo. A implantação do chip era para ter começado em janeiro de 2014, porém, a falta de regras claras para os Detrans nos estados e a demora na homologação dos fornecedores dos equipamentos ocasionaram o atraso.
O chip de identificação é uma caixinha semelhante às do sistema de cobrança automática nos pedágios, que será instalada em carros, motos, caminhões, reboques e máquinas agrícolas em circulação.
O objetivo do governo federal com o sistema é melhorar a fiscalização e a gestão do trânsito e da frota. Na prática, o chip cria uma “placa eletrônica” para o carro, enviando informações sobre chassis, ano, modelo e placa, quando o veículo passa por antenas instaladas nas vias. Não há localização ou rastreamento por GPS.
O proprietário do veículo é quem vai ter que adquirir o aparelhinho, ao custo médio de R$ 40, segundo informa o Contran.