Por determinação da Mesa Diretora, por meio do Ato 137/2016, foi implantado, nesta terça-feira (1), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, o PAC (Programa de Atualização Cadastral) dos servidores ativos, inativos e pensionistas do Poder Legislativo estadual. O presidente Junior Mochi (PMDB) foi o primeiro a fazer a atualização, em estande montado no saguão Arte Mulher Nelly Martins.
“A Assembleia Legislativa foi crescendo ao longo do tempo e agora se faz necessário o recadastramento, para conhecermos efetivamente todos os servidores, onde estão e quais atividades desempenham”, afirmou Mochi. Segundo ele, servidores efetivos, comissionados, aposentados e pensionistas devem fazer o recadastramento até o dia 15 de abril. Mochi ressaltou que serão identificadas as potencialidades e habilidades dos servidores. “Alguns já voltaram a estudar e outros, que entraram em determinada atividade, hoje exercem outra, e conhecendo isso melhor poderemos adequar as funções”, complementou.
Para o 1º secretário da casa, o deputado douradense Zé Teixeira (DEM), o recadastramento aperfeiçoará processos internos e otimizará recursos humanos, garantindo mais transparência. “Vamos dar uma satisfação à sociedade, que muitas vezes nos critica, afinal, somos representantes do povo e ele nos cobra, mas com essa medida daremos um exemplo de cidadania”, afirmou. O parlamentar lembrou que o recadastramento é um procedimento habitual em outras esferas do Poder Público, a exemplo do recadastramento dos aposentados e pensionistas feito pelo INSS (o Instituto Nacional de Seguridade Social). O deputado Professor Rinaldo (PSDB) também acompanhou o início dos trabalhos.
A servidora Cleonice Salete Theodoro afirma que é importante que cada funcionário da Casa de Leis mantenha atualizada a ficha funcional. “Muitas vezes, mudamos de atividade ou mesmo de horário, ou até mesmo faltou apresentar algum documento, então é uma oportunidade de deixar todos os dados atualizados”, disse. O presidente do Sisalms (o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), Nailor Vargas Marcondes de Souza, explicou que os servidores devem apresentar documentos pessoais (RG e CPF) e outros que comprovem alteração na escolaridade. “Além disso, se mudou o estado civil ou teve filho, também deve apresentar os documentos comprovando isso”, informou.