Procon orienta pesquisar com critérios antes de comprar o material escolar da volta às aulas — Arquivo
O setor de fiscalização e pesquisa do Procon de Dourados realizou nesta quarta-feira (31) o segundo levantamento de preços de material escolar em oito estabelecimentos comerciais da cidade. Foram pesquisados 74 itens. Em relação à pesquisa realizada em janeiro de 2017, ocorreu queda de preço de 5,3%.
Algumas das maiores diferenças de preço encontradas foram, por exemplo, no papel almaço com pauta, da ordem de 958,33%; o transferidor, com 900% de diferença; pincel nº 20, 677,78%; e a cola colorida, que chegou a 531,58%. Entre os 42 produtos encontrados nos oito estabelecimentos pesquisados foi constatada diferença de 54,4% entre a loja com menor para a de maior preço.
O diretor do Procon, Mario Júlio Cerveira, explica que a pesquisa tem como principal objetivo fornecer ao consumidor uma amostra das diferenças de preços que ele pode encontrar no mercado de material escolar, chamando a atenção para a necessidade da comparação antes da compra.
Os preços dos produtos podem ter variações consideráveis de um estabelecimento para outro, inclusive por ocasião de descontos especiais, promoções e principalmente diferença de marcas. “Por isso, o consumidor deve fazer uma pesquisa em vários estabelecimentos, negociar descontos e prazos para pagamento. A compra em conjunto pode facilitar as negociações”, sugere.
Para garantir o orçamento doméstico no início do ano, já bastante comprometido com as faturas de compras do final do ano passado e de impostos e taxas para o ano vigente, é fundamental racionalizar a compra de material escolar, buscando aproveitar materiais utilizados no ano anterior, que estejam em boas condições de uso. Outra dica importante é promover e participar da troca de livros didáticos entre alunos que cursam séries diferentes, sugere o Procon.
Na busca pelo menor preço, é importante também que o consumidor não se esqueça de atentar pela qualidade e procedências dos produtos, evitando ter de efetuar novamente compras de materiais que deveriam durar ao menos até o final do ano letivo.