Produtos alimentícios tem elevação de preços desproporcional com a realidade da pandemia em Dourados — Divulgação
Estabelecimentos comerciais autorizados a funcionar, em caráter de essencialidade, durante o período de lockdown, estão praticando preços abusivos em Dourados. Internauta que colaborou com o serviço de pré-pauta do Douranews, Raimundo Vogarin sugere que o Procon também desenvolva a função, essencial, de fiscalizar esses segmentos, “e puna imediatamente isso”.
Em rápida constatação dessa nova realidade, imposta também pela necessidade que as pessoas, confinadas em casa, têm de consumir, o internauta verificou, por exemplo, que uma garrafa suco de uva que era vendida a R$ 9,00 foi para R$ 18,00 no mercado Chama.
No mercado Fortaleza, que recentemente abriu nova loja na rua Cuiabá, anunciando preços imperdíveis, o óleo de cozinha de girassol está sendo vendido a R$ 17,00.
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“Exemplos há inúmeros e cabe ao Procon local investigar isso e punir os responsáveis. Os preços estão um absurdo de abusivos e isso tem prejudicado significativamente as famílias douradenses”, reclamou.
SERVIÇO SUSPENSO
Por conta do Decreto 400, que instituiu o lockdown no Município, o Procon divulgou, no dia 31 de maio, que os atendimentos presenciais só serão retomados a partir do dia 14, a próxima segunda-feira “Neste período fica suspenso também o acesso ao público ao Setor de Protocolo do órgão. Já as denúncias e reclamações continuam sendo realizadas de forma virtual, através da aba Procon disponível no site da Prefeitura de Dourados”, informou o órgão fiscalizador, através do site oficial.
De acordo com o Procon, a população pode fazer reclamações através do site: procon.dourados.ms.gov.br ou pelo portal do consumidor: www.consumidor.gov.br.