O príncipe Sheikh Salman bin Hamad al-Khalifa, que também é vice-comandante supremo das Forças Armadas do Barein, está liderando um diálogo nacional, depois de dias de agitação no reinado que deixaram seis mortos.
"Ele vai decidir se é seguro para nós estarmos lá", disse Ecclestone à BBC. "Eu não tenho ideia alguma. Não estou lá, então não sei."
"Não vamos aconselhar as pessoas a irem, a menos que seja seguro", acrescentou o britânico de 80 anos.
Ecclestone afirmou que a decisão sobre a corrida do dia 13 de março poderia ser tomada na terça-feira. O Grande Prêmio também pode ser adiado para uma data posterior em vez de ser cancelado.
O presidente da equipe Red Bull, Christian Horner, cuja escuderia é campeã mundial, disse na sexta-feira que as equipes confiam que Ecclestone tomará a decisão certa.
"Seria uma grande vergonha perder a corrida, mas essa não é uma decisão das equipes, é responsabilidade de quem está promovendo a corrida. Bernie e a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) terão muito mais informações do que nós e vamos confiar em suas decisões", disse Horner.
As 12 equipes devem realizar quatro dias de testes no autódromo do Barein a partir de 3 de março, o que torna indispensável uma decisão rápida.