A estratégia adotada pela Ferrari no grid de largada do Grande Prêmio dos Estados Unidos virou motivo de ironia às vésperas do Grande Prêmio do Brasil. Antes da 20ª e última corrida da temporada, a polêmica do rompimento do lacre do câmbio no carro de Felipe Massa levou Sebastian Vettel a dar risada, hoje (22), em entrevista coletiva dos pilotos. Fernando Alonso, por sua vez, permaneceu sério durante boa parte das perguntas.
Na corrida de domingo (18), em Austin, Vettel largou da pole position, bem à frente das Ferrari - Massa seria o sétimo, enquanto Alonso seria o nono. No entanto, no dia da prova, a Ferrari anunciou o rompimento do lacre da FIA no câmbio do brasileiro, o que acarretaria em punição: a perda de cinco posições no grid. Assim, Massa saiu do 11º lugar (perdeu apenas quatro, já que Romain Grosjean, quarto, também foi punido em cinco posições), enquanto Alonso ganhou uma posição e saiu do sétimo posto. Acabou em terceiro, atrás de Lewis Hamilton e do próprio Vettel.
Alonso, porém, contemporizou. “Acho que temos visto muitas coisas vindas das equipes, não só neste ano. Não precisamos ir muito longe. Tivemos corridas com dúvidas. Estamos lutando contra algumas decisões, com limites e regras. Estou orgulhoso de minha equipe e de suas decisões estratégicas”, afirmou o espanhol, exaltando a postura correta da Ferrari na questionável manobra. “Mais do que qualquer coisa, eles disseram a verdade. Não sei se muitos times diriam a verdade com essa estratégia”, acrescentou.
Apesar de elogiar a equipe, Alonso mostrou pouco otimismo no desempenho da Ferrari para tirar a diferença de 13 pontos para Vettel neste final de semana. “Não há magia. Não podemos melhorar o carro em cinco dias. Fomos sextos (no grid) em Abu Dhabi, sétimos em Austin”, lembrou. Vettel largou dos boxes na primeira prova (embora tenha sido terceiro na formação do grid) e pole position na segunda. As informações são do Terra