Em contato com a reportagem, o experiente goleiro conta que adotou o nome de Veloso do pai, Valdir Veloso após passar pelo futebol de base do São Paulo Futebol Clube, onde se profissionalizou e ficou de 98 a 2005, quando então foi jogar no Mogi-Mirim.
No Mogi o goleiro conta que após dois anos iniciou sua peregrinação pelo futebol, vindo a ter passagens por Corinthians da Alagoas; CRB (Clube Regatas Brasil); Gama e Ceilândia, do Distrito Federal; Cascavel; Cuiabá e Marcilio Dias de Santa Catarina.
Veloso conta que ao deixar o Cascavel, aceitou o convite de Elói Kruger para vir jogar no “Sete de Dourados”, após saber do projeto que o técnico estaria implantando no clube. “Ao saber que o “Sete” está implantando um projeto forte e responsável para o futebol sul-mato-grossense, imediatamente aceitei a proposta de vir trabalhar com o seu Elói e aqui espero ser feliz, trabalhar em grupo e claro, conquistar títulos”, disse o goleiro.
Questionado da concorrência que terá com o goleiro Rodolfo, que já é um dos jogadores do “Sete de Dourados” que conquistou a confiança da torcida, Veloso diz que isso não influi no seu projeto junto a equipe, uma vez que, embora viesse atuando no Paraná, caberá ao treinador decidir quem vai ser o titular da equipe. “Sei que o Rodolfo é um grande goleiro, foi campeão no ano passado aqui no Mato Grosso do Sul e isso é muito bom para uma equipe que almeja ser campeã. Eu e o Rodolfo iremos nos dar muito bem, pois somos profissionais e quem quer que seja o titular, com certeza a equipe estará muito bem servida de goleiro”, disse Veloso, fazendo valer a máxima que uma boa equipe sempre começa por um bom goleiro, no entanto, o “Sete de Dourados”, a bem da verdade possui hoje dois, sem contar a jovem promessa Wellington, que também está no aguardo de ter uma oportunidade para assumir a titularidade da equipe douradense.
Veloso, por sua vez, encerra dizendo que espera trabalhar muito em prol do “Sete” e que assim como Rodolfo, caso entrar em jogo, fará de tudo para garantir bons resultados para a equipe e, principalmente, conquistar a torcida douradense. “Ser respeitado e idolatrado pela torcida é uma injeção de ânimo a mais na vida de um atleta, e não seria diferente da minha parte”, finalizou o goleiro.