As empresas, que são parceiras da Fifa e de seus principais torneios de futebol -- em especial a Copa do Mundo --, demonstraram insatisfação com a recente onda de acusações de corrupção, que inclui suspeitas de compra de votos tanto na eleição presidencial da entidade como na escolha das sedes dos Mundiais de 2018 e 2022.
"A situação atual não é boa para o esporte e nós pedimos à Fifa que tome todas as medidas necessárias para resolver as questões que foram levantadas", disse a Visa Europa em comunicado.
A Emirates expressou preocupação, afirmando estar "desapontada com as questões que cercam atualmente a administração do esporte", ampliando para quatro de seis o número dos patrocinadores principais da Fifa a demonstrar insatisfação com a situação.
A empresas brasileiras patrocinadoras menores da Fifa, Oi e Seara, no entanto, preferiram não comentar as acusações de corrupção da entidade quando procuradas pela Reuters.
ELEIÇÃO
A crise atual é considerada a pior da história da Fifa, mas o presidente Joseph Blatter, de 75 anos, que dirige a entidade desde 1998, tem minimizado os problemas enquanto se prepara para ser eleito na quarta-feira para mais um mandato. Ele é candidato única da eleição.