O renascimento do futebol uruguaio ainda precisava de um título para coroar uma geração. E ele saiu neste domingo, finalmente, com a conquista da Copa América, após 16 anos. O time de Forlán, Suárez & cia. bateu o Paraguai, que até hoje só havia empatado na competição, por 3 a 0, no Monumental de Nuñez, e levantou a taça. De quebra, a Celeste desempata com a rival Argentina e assume a ponta no número de títulos da América, com 15 canecos.
Os dois principais jogadores da equipe, Forlán e Suárez, marcaram os gols, dois no primeiro tempo e um na etapa final.
Já o Paraguai, que abusou da retranca, acabou encerrando a campanha irregular com uma derrota – a única da equipe na Copa América. Sem levar muito perigo ao gol uruguaio, os paraguaios não conseguiram segurar o empate como fez nas quartas, contra o Brasil, e na semi, diante da Venezuela. Hoje, o jogo foi decidido nos 90 minutos, e a disputa por pênaltis, maior trunfo paraguaio na competição, não aconteceu.
A retomada da Celeste no cenário mundial começou com o quarto lugar na Copa do Mundo de 2010 e o prêmio de melhor jogador para Forlán. Depois, o time sub-20 ainda conseguiu a vaga nos Jogos Olímpicos, mas em segundo no Sul-Americano. No Mundial sub-17, mais um vice, agora para o México. Na Libertadores, o Peñarol ficou em segundo, perdendo para o Santos na decisão. Agora, a torcida pode soltar gritar de campeão que estava preso na garganta.
Pressão e gol
Se o Uruguai era considerado favorito, o time decidiu mostrar em campo suas credenciais. Logo cedo, a Celeste dominou a partida e dava poucas chances aos paraguaios, muito recuados. Para piorar a situação, o técnico Gerardo Martino preferiu começar o jogo sem Lucas Barrios e Estigarribia, dois dos seus melhores jogadores. Melhor para o Uruguai, que armou uma blitz para cima dos adversários.
A pressão deu certo e o gol saiu rapidamente. Pouco depois de um pênalti não marcado para os uruguaios, Forlán passou para Suárez driblar o zagueiro e abrir o placar aos 11 minutos. O domínio continuou e a Celeste chegou ao segundo ainda no primeiro tempo. Forlán, que ainda não havia marcado nesta Copa América, aumentou aos 41. O título ficou mais perto.
Com o Uruguai mais tímido no segundo tempo, o Paraguai saiu mais para o ataque. Muslera passou a ter trabalho, enquanto a Celeste buscava os contra-ataques. Com isso, Villar mostrou porque foi um dos melhores da competição, evitando um placar maior.
O arqueiro paraguaio só não conseguiu parar o Uruguai no último lance da partida. Em um contra-ataque fulminante, a bola caiu nos pés de Forlán. E dos pés do craque da Copa do Mundo saiu o terceiro gol aos 44. Foi o ato final de um título para coroar esta geração, que tem em Forlán seu principal nome.
FICHA TÉCNICA
URUGUAI (3)
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Coates, Martín Cáceres; González, Pérez (Eguren), Arévalo Ríos, Alvaro Pereira (Cavani); Forlán e Suárez. Técnico: Oscar Tabárez
PARAGUAI (0)
Villar; Piris, Da Silva, Verón, Marecos; Vera (Pérez), Ortigoza, Cáceres (Estigarribia), Riveros; Valdez e Zeballos (Lucas Barrios). Técnico: Gerardo Martino
Gols: Suárez, aos 11 do 1º tempo, Forlán aos 41 do 1º tempo e aos 44 do 2º tempo
Estádio: Monumental de Nuñez, Buenos Aires, Argentina
Data: 24 de julho de 2011
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Salvio Spínola (BRA)
Cartões amarelos: Diego Pérez, Cáceres, Maxi Pereira (Uruguai) Cáceres, Vera (Paraguai)
Os dois principais jogadores da equipe, Forlán e Suárez, marcaram os gols, dois no primeiro tempo e um na etapa final.
Já o Paraguai, que abusou da retranca, acabou encerrando a campanha irregular com uma derrota – a única da equipe na Copa América. Sem levar muito perigo ao gol uruguaio, os paraguaios não conseguiram segurar o empate como fez nas quartas, contra o Brasil, e na semi, diante da Venezuela. Hoje, o jogo foi decidido nos 90 minutos, e a disputa por pênaltis, maior trunfo paraguaio na competição, não aconteceu.
A retomada da Celeste no cenário mundial começou com o quarto lugar na Copa do Mundo de 2010 e o prêmio de melhor jogador para Forlán. Depois, o time sub-20 ainda conseguiu a vaga nos Jogos Olímpicos, mas em segundo no Sul-Americano. No Mundial sub-17, mais um vice, agora para o México. Na Libertadores, o Peñarol ficou em segundo, perdendo para o Santos na decisão. Agora, a torcida pode soltar gritar de campeão que estava preso na garganta.
Pressão e gol
Se o Uruguai era considerado favorito, o time decidiu mostrar em campo suas credenciais. Logo cedo, a Celeste dominou a partida e dava poucas chances aos paraguaios, muito recuados. Para piorar a situação, o técnico Gerardo Martino preferiu começar o jogo sem Lucas Barrios e Estigarribia, dois dos seus melhores jogadores. Melhor para o Uruguai, que armou uma blitz para cima dos adversários.
A pressão deu certo e o gol saiu rapidamente. Pouco depois de um pênalti não marcado para os uruguaios, Forlán passou para Suárez driblar o zagueiro e abrir o placar aos 11 minutos. O domínio continuou e a Celeste chegou ao segundo ainda no primeiro tempo. Forlán, que ainda não havia marcado nesta Copa América, aumentou aos 41. O título ficou mais perto.
Com o Uruguai mais tímido no segundo tempo, o Paraguai saiu mais para o ataque. Muslera passou a ter trabalho, enquanto a Celeste buscava os contra-ataques. Com isso, Villar mostrou porque foi um dos melhores da competição, evitando um placar maior.
O arqueiro paraguaio só não conseguiu parar o Uruguai no último lance da partida. Em um contra-ataque fulminante, a bola caiu nos pés de Forlán. E dos pés do craque da Copa do Mundo saiu o terceiro gol aos 44. Foi o ato final de um título para coroar esta geração, que tem em Forlán seu principal nome.
FICHA TÉCNICA
URUGUAI (3)
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Coates, Martín Cáceres; González, Pérez (Eguren), Arévalo Ríos, Alvaro Pereira (Cavani); Forlán e Suárez. Técnico: Oscar Tabárez
PARAGUAI (0)
Villar; Piris, Da Silva, Verón, Marecos; Vera (Pérez), Ortigoza, Cáceres (Estigarribia), Riveros; Valdez e Zeballos (Lucas Barrios). Técnico: Gerardo Martino
Gols: Suárez, aos 11 do 1º tempo, Forlán aos 41 do 1º tempo e aos 44 do 2º tempo
Estádio: Monumental de Nuñez, Buenos Aires, Argentina
Data: 24 de julho de 2011
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Salvio Spínola (BRA)
Cartões amarelos: Diego Pérez, Cáceres, Maxi Pereira (Uruguai) Cáceres, Vera (Paraguai)