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Ceni e Marcos se reencontram após 15 meses

21 de agosto 2011 - 14h17 Por Redação Douranews, com Terra
Ceni e Marcos se reencontram após 15 meses
Aos 38 anos, os goleiros Rogério Ceni e Marcos ajudam cada dia que passa a comprovar ainda mais a teoria de que a idade não compromete a atuação na posição que ocupam em campo. Prova disso é que a dupla se reencontra após 15 meses na mesma situação: ambos como pilares das suas equipes e que seguem blindados pelas boas atuações nos instáveis São Paulo e Palmeiras em 2011.

A última vez que Rogério Ceni e Marcos se encontraram foi no dia 26 de maio do ano passado, quando o são-paulino foi destaque ao defender o pênalti que garantiu a vitória por 1 a 0 no primeiro turno do Brasileirão, com gol de Fernandão.

Desde então, os ‘capitães-vovôs’ não duelaram mais, porque Marcos desfalcou o Palmeiras em dois encontros contra o São Paulo (0 x 2 no Pacaembu em 2010 pelo Brasileirão e 1 x 1 no Morumbi pelo Paulistão).

E agora, no final do primeiro turno do Nacional, Rogério Ceni e Marcos se encontram no mesmo patamar, de veteranos que desafiam a aposentadoria a cada dia que passa com boas atuações e que são idolatrados pelas torcidas de São Paulo e Palmeiras (respectivamente).

Os dois não se deixaram abater com a fase instável das suas equipes na temporada e, tem sido decisivos em algumas partidas em 2011.

Marcos só difere de Ceni quanto ao ritmo da temporada, já que o palmeirense tem sido poupado em alguns jogos para evitar desgaste, enquanto o são-paulino continua ‘fominha’ na busca dos 1000 jogos na carreira.

O goleiro e agora novamente capitão do Palmeiras disse não desanimar com a fase ruim do seu time no Brasileirão. "Tem muito jogo para ser disputado, não estamos nem no meio do campeonato ainda", amenizou Marcos.

Rival de Marcos no campo, mas amigo fora dele, Rogério Ceni vê a vitória no clássico deste domingo como muito importante para o São Paulo no caminho que percorre na competição. “Temos de vencer um clássico. Um resultado positivo nesses jogos resgata todas as coisas que deixamos para trás”.