Em seu melhor momento na era dos pontos corridos, o futebol carioca sofre com um fantasma de sotaque baiano no Brasileiro. Cheio de jogadores com passagem pela Cidade Maravilhosa e comandado pelo Rei do Rio, o Bahia faz campanha irregular, mas está na liderança do “Campeonato Carioca”, sem ter perdido nem um jogo sequer para os quatro grandes. Contra esse adversário perigoso, o Vasco entra em campo neste domingo, às 16h, no estádio Pituaçu, com a expectativa de voltar à liderança e acabar com o carrasco do Rio.
Apesar de a base ‘carioca’ de 12 jogadores não ter trazido bons resultados para o Bahia no Brasileiro, contra os quatro grandes do Rio a história é diferente. Num imaginário torneio entre os cinco clubes, os baianos seriam os líderes, com 13 pontos em sete jogos — pouco mais do que um terço dos 36 somados até agora.
Um das possíveis explicações para o bom desempenho é o número de atletas com passagem no futebol do Rio: 12. Para montar o elenco, o Bahia contou com a ajuda dos clubes cariocas, que emprestaram atletas pouco aproveitados, como Marcelo Lomba, do Flamengo, ou fora dos planos, como Fahel, do Botafogo, e Carlos Alberto, do Vasco. Esse último não jogará devido a uma cláusula no contrato. Todos eles são comandados por Joel Santana, um dos maiores vencedores de Cariocas, com oito títulos, e profundo conhecedor dos quatro grandes.
Além deles, outro velho conhecido promete dar trabalho. Artilheiro do Bahia, Souza nutre uma relação de amor e ódio com os cariocas e teve muitas rusgas com os vascaínos, principalmente depois de jogar pelo Flamengo. O atacante tem sido o maior carrasco dos grandes. Dos oito gols que marcou, cinco foram contra clubes do Rio. Ele deixou sua marca contra o Flamengo, clube de coração, Fluminense e Botafogo, com direito a comemoração relembrando o chororô. Desta vez o alvo será o Vasco.
Com vontade de estragar a festa carioca, em especial vascaína, a diretoria do Bahia explica o motivo de tantos jogadores oriundos do Rio e agradece o ajuda.
“É coincidência, mas os clubes cariocas também nos ajudaram. Estávamos em dificuldades financeiras e corremos atrás dos amigos de convívio de muito tempo no futebol. O Joel chegou no meio e ficou fácil para ele, pois conhece muitos jogadores. Vamos tentar dificultar ao máximo o Vasco”, disse o gerente de Futebol Paulo Angione, outro com anos de trabalho no Rio.
Apesar de a base ‘carioca’ de 12 jogadores não ter trazido bons resultados para o Bahia no Brasileiro, contra os quatro grandes do Rio a história é diferente. Num imaginário torneio entre os cinco clubes, os baianos seriam os líderes, com 13 pontos em sete jogos — pouco mais do que um terço dos 36 somados até agora.
Um das possíveis explicações para o bom desempenho é o número de atletas com passagem no futebol do Rio: 12. Para montar o elenco, o Bahia contou com a ajuda dos clubes cariocas, que emprestaram atletas pouco aproveitados, como Marcelo Lomba, do Flamengo, ou fora dos planos, como Fahel, do Botafogo, e Carlos Alberto, do Vasco. Esse último não jogará devido a uma cláusula no contrato. Todos eles são comandados por Joel Santana, um dos maiores vencedores de Cariocas, com oito títulos, e profundo conhecedor dos quatro grandes.
Além deles, outro velho conhecido promete dar trabalho. Artilheiro do Bahia, Souza nutre uma relação de amor e ódio com os cariocas e teve muitas rusgas com os vascaínos, principalmente depois de jogar pelo Flamengo. O atacante tem sido o maior carrasco dos grandes. Dos oito gols que marcou, cinco foram contra clubes do Rio. Ele deixou sua marca contra o Flamengo, clube de coração, Fluminense e Botafogo, com direito a comemoração relembrando o chororô. Desta vez o alvo será o Vasco.
Com vontade de estragar a festa carioca, em especial vascaína, a diretoria do Bahia explica o motivo de tantos jogadores oriundos do Rio e agradece o ajuda.
“É coincidência, mas os clubes cariocas também nos ajudaram. Estávamos em dificuldades financeiras e corremos atrás dos amigos de convívio de muito tempo no futebol. O Joel chegou no meio e ficou fácil para ele, pois conhece muitos jogadores. Vamos tentar dificultar ao máximo o Vasco”, disse o gerente de Futebol Paulo Angione, outro com anos de trabalho no Rio.