Com o desligamento de Nick Heidfeld da Renault, Senna estreou na F-1 na etapa de Spa-Francorchamps, em agosto, e desde então vem fazendo boas apresentações.
Para o próximo ano, além do brasileiro, o russo Vitaly Petrov, o jovem francês Romain Grosjean e polonês Robert Kubica (ainda em recuperação) disputam oficialmente duas vagas no cockpit da equipe. O brasileiro Rubens Barrichello corre por fora, ainda mais depois dos rumores sobre o retorno de Kimi Raikkonen à categoria, pela Williams.
"Tudo depende de Senna e de seu desempenho com o carro. Até agora, está indo muito bem. Desde sua estreia, em Spa, onde ele surpreendeu muita gente - não a mim, porque sei do que ele é capaz. Mas, desde então, ele tem feito coisas impressionantes para alguém com sua experiência", disse Goodwin ao site F1 Pulse.
"Ele provou seu ritmo muitas vezes. Esteve entre os dez melhores na classificação, marcou pontos e coisas do tipo. Agora, a maioria das equipes o reconhece como um piloto jovem e rápido", acrescentou.
"Na Renault, tem a oportunidade de ficar mais experiente, o que, no final do ano, será valioso e útil para se ter em uma equipe. Mas há mais de uma oportunidade para ele. O lugar onde está neste momento é ótimo e seria bom se ele continuasse por lá", concluiu o empresário.