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Brasil sonha com medalha no Mundial de handebol

05 de dezembro 2011 - 15h58 Por Redação Douranews
Brasil sonha com medalha no Mundial de handebol

Mais do que atuar em casa, a Seleção Brasileira feminina de handebol tem outro motivo para já começar a vislumbrar um feito inédito no Campeonato Mundial, realizado em São Paulo neste mês de dezembro. Mais maduro e entrosado em relação às últimas competições, a equipe verde-amarela prevê realizar sua melhor campanha na história do torneio. E, quem sabe, até subir no pódio. As informações são do portal Terra.

A vitória por 31 a 17 sobre Cuba na sexta-feira deixou boa impressão na Seleção, apesar de algumas falhas sentidas - principalmente no final do primeiro tempo, quando a equipe encontrou dificuldades para fazer gols contra Cuba. Mas, passada a ansiedade da estreia, o time comandado por Morten Soubak não esconde a confiança em si mesmo no Mundial. O discurso padrão, entretanto, é mais modesto e cauteloso.

"Nosso primeiro pensamento era claro: estreamos, ganhamos e entramos no campeonato. Agora, nossa meta é terminar entre os quatro classificados do grupo e depois vemos em que posição vamos terminar", disse o técnico Morten Soubak. "Só então vamos pensar lá para frente", acrescentou o dinamarquês.

Mais otimista foi a goleira Chana Masson, mais experiente da Seleção Brasileira. A camisa 1, 32 anos, não esconde a confiança que tem na equipe nacional e crê que o grupo pode chegar longe e até mesmo superar a campanha de 2005, quando terminou na sétima posição.

"Primeiro temos que passar no grupo, se possível em uma posição boa para pegarmos uma equipe mais fraca nas oitavas e nos classificarmos para as quartas. Claro que o maior sonho é uma medalha, quem sabe?", vislumbrou a goleira, que vê os trunfos do time.

"Agora somos mais experientes, estamos mais preparadas do que antes. Sempre tivemos qualidade, mas às vezes faltava essa experiência que já estamos demonstrando", apontou Chana, respaldada pela ponta direita Alexandra. "Faz três anos que esse grupo trabalha junto, isso é muito positivo", emendou.

O Brasil, que tem como melhor desempenho em um Mundial feminino o sétimo lugar obtido na Rússia em 2005 - única vez em que terminou entre as dez primeiras colocadas em torneios deste nível. Até o final da primeira fase, a Seleção encara, sempre no Ginásio do Ibirapuera, as equipes de Japão, França, Romênia e Tunísia, respectivamente nos dias 5, 6, 8 e 9 de dezembro.