A pouco mais de duas horas do início do amistoso entre Brasil e França, no Stade de France, os cambistas tentam lucrar alto com a partida. Circulando à vontade nos arredores do estádio, eles cobram até cinco vezes mais por um ingresso destinado ao setor mais simples.
A entrada mais barata para o amistoso custava 20 euros (cerca de R$ 45), mas com os cambistas elas saem por 100 euros (ou R$ 230). Já o segundo bilhete mais barato, dos 40 euros (R$ 91) cobrados pelos organizadores passam para 120 euros (R$ 273) com os intermediários.
“Volte mais tarde que talvez a gente possa conversar”, avisou um dos cambistas, temeroso em não conseguir encontrar compradores suficientes que aceitem pagar o valor inicial pedido.
Comércio paralelo à parte, os vendedores de comidas e bebidas já começam a aproveitar o movimento crescente dos torcedores. Eles comercializam principalmente cachorro quente, sanduíches de calabresa, de carne e batata frita, além de cerveja e refrigerante.
Outros também lucram com acessórios como cachecol, boné, camisa, além de objetos mais curiosos, como galos de pelúcia (mascote da seleção francesa). Tanto tais produtos como comidas e bebidas são vendidos de maneira organizada e legalizada no acesso ao Stade de France.
A partida entre Brasil e França começa às 18h (de Brasília) e terá transmissão em tempo real pelo Placar UOL Esporte. Esse é o primeiro amistoso da seleção em 2011. A grande novidade no time é o meio-campo. O time está escalado com Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas, Elias, Hernanes e Renato Augusto; Robinho e Alexandre Pato.