O último que se enquadra em todas essas características é Emerson Sheik, confirmado oficialmente nesta quinta-feira. A eles, se podem juntar os nomes de Adriano Imperador e Liedson, o ‘Levezinho’.
Aos 32 anos, Emerson fez muitos gols por onde jogou, principalmente pelo futebol árabe e japonês, onde se consagrou. Mas a sua passagem pelo Fluminense ficou marcada pelo excesso de lesões, que o fez atuar em poucas partidas na temporada.
E Emerson saiu justamente do clube carioca devido ao seu lado polêmico, já que foi dispensado pela diretoria do Fluminense por ter, entre outros atos de indisciplina, cantado no ônibus do time a música do “Bonde do Mengão Sem Freio”, referente ao rival Flamengo.
Companheiro de Emerson na época do Flamengo, Adriano não fica muito atrás do amigo nas mesmas características. Sua capacidade de fazer gols é tão grande como a de criar infindáveis polêmicas.
Em 2011, o Imperador se caracterizou também pelo excesso de lesões, que o fizeram atuar em apenas oito oportunidades com a camisa da Roma. Quando realizava exercícios de fisioterapia, Adriano rompeu o tendão de Aquiles e ficou fora de combate por cinco meses, antes de poder fazer a sua estréia pelo Corinthians.
Se não ficou marcado pelos problemas de lesão, Liedson tem como característica a rapidez permeada com o estilo frágil (não a toa ele recebeu o apelido de Leve em Portugal). No seu retorno ao Corinthians, ele fez jus à fama de artilheiro ao terminar como maior goleador do Paulistão, mesmo chegando no decorrer da competição.
Mas Liedson também tem um lado polêmico pouco explicitado no Brasil, já que durante sua passagem pelo Sporting de Portugal (onde virou ídolo, diga-se de passagem), ele brigou com direito a troca de socos com o então diretor Ricardo Sá Pinto, em um episódio que culminou na saída do dirigente.