Em Dourados, a diretoria do 7 de Dourados mesmo sabedora de um possível risco da equipe sair do campeonato em caso de uma derrota ou até mesmo um empate em pleno estádio Fredis Saldivar, o “Douradão” na tarde deste próximo domingo contra o Urso de Mundo Novo, continua investindo em reforços conforme pedidos solicitados pelo técnico Elói Kruger.
Depois da chegada de Rafael Torres no início da semana, na noite desta terça-feira desembarcou no aeroporto da cidade o segundo volante e meia direita Rodrigo Couto, de 25 anos.
O jogador foi recebido no próprio aeroporto pelo técnico Elói Kruger e pelo atual presidente do 7 de Dourados, o empresário Benjamim Barbosa, segundo ele, já sabendo do risco de uma eventual desclassificação do clube na competição. “Estava em casa quando recebi a proposta do seu Elói para vir para cá, antes, porém ele expôs para mim a situação em que se encontra a equipe na tabela de classificação. Por ser o seu Elói e acreditando no grupo de jogadores que ele tem em mãos, aceitei este desafio de sem compromisso nenhum viajar para integrar o grupo e caso conseguirmos passar para a próxima fase, com certeza o Rodrigo Couto será mais um a fazer parte do projeto, que é o de buscar o titulo”, disse o jogador à reportagem.
FICHA TÉCNICA
Em contato com a reportagem, Rodrigo Couto conta que tem 1,79 de altura e é natural de Navegantes, Santa Catarina, onde iniciou a carreira no profissional em 2003 no Marcilio Dias depois de sair das categorias de bases do Clube de Regatas Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.
Depois de fazer uma temporada no Marcilio Dias, o jogador foi para o Joinville em 2004 e no mesmo ano foi emprestado ao Comercial de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo para disputar o segundo turno da Série A-2, e de lá acabou indo parar no Ituitaba, Minas Gerais onde ficou até o ano de 200-7.
Após encerrar o contrato com a equipe mineira, Rodrigo Couto foi transferido para o Metropolitano de Santa Catarina em 2009 e após a temporada na equipe catarinense foi parar no ano passado 2010 no Glória de Vacaria, no Rio Grande do Sul.
No Glória de Vacaria após encerrar o contrato temporário na equipe gaúcha, Rodrigo Couto foi para o Bahrein, onde jogou no All Hid, todavia, quando já estava se adaptando com o estivo de vida e de jogo daquele país teve de voltar ao Brasil em função da guerra que começou na cidade onde estava. “Eles liberaram-me para sair do país, mais deixaram uma promessa de que assim que as coisas voltarem ao normal me contrataria novamente”, conta o jogador satisfeito com a recepção que teve em terras douradenses.
Rodrigo Couto conta que neste ano disputou o catarinense na equipe que lhe profissionalizou, e após a conclusão do campeonato ficou em casa tirando férias e treinando em separado para não perder a forma física, quando então recebeu o telefonema de Elói Kruger requisitando a sua presença para fazer parte do plantel da equipe douradense. “Nunca joguei no futebol sul-mato-grossense. Agora estou aqui para passar por esta grande experiência e espero somar com os meus companheiros e contribuir com o clube, com o presidente, com o próprio seu Elói e pensando em dar tudo de mim para que a torcida possa nos ajudar a seguirmos em frente caso passarmos para a próxima fase”, disse o catarinense em entrevista.