Ao contrário do que se viu antes do duelo Barça x Real, pelas semifinais, não houve uma farpa sequer entre os comandantes. Ao contrário, somente palavras de exaltação. Em sua coletiva, Alex Ferguson destacou o trabalho do jovem treinador Guardiola (está no terceiro ano de profissão, enquanto o escocês se prepara para chegar à marca de 25 anos apenas à frente dos Diabos Vermelhos).
- Guardiola é um jovem técnico, que foi para um time e mudou sua maneira de jogar. É um trabalho fantástico. Podemos esperar uma grande partida. Estamos mais maduros que em 2009 - destacou Ferguson.
Quando chegou sua vez de falar, Guardiola também exaltou a grandeza do rival.
- É um time que chegou a três finais nos últimos quatro anos (Manchester) contra outro que chegou a três em cinco (seis, na verdade entre 2006 e 2011). Nós melhoramos em relação a 2009 (última final entre os dois), mas sabemos que se jogarmos como naquele dia, vamos perder - destacou o técnico do Barça.
Cordialidades à parte, os dois comandantes têm praticamente o que de melhor podem mandar a campo à disposição. No Barça, Guardiola manteve a dúvida na lateral esquerda. Abidal, recém-recuperado do tratamento para a remoção de um tumor no fígado, pode ser titular. Se não for, Puyol será deslocado para a posição e Mascherano entra na zaga.
No Manchester, a tendência é de que Alex Ferguson mande a campo a mesma equipe que derrotou o Schalke por 2 a 0, na Alemanha, em jogo de ida da fase de semifinais. Nela, apenas um brasileiro seria titular: Fábio, atuando pela lateral direita. Curiosamente, no Barça apenas Daniel Alves deve ser o representante tupiniquim, atuando pela mesma posição.