Segundo o presidente santista, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, a questão será estudada. Jogadores e comissão técnica devem ser consultados dessa vez, diferentemente do que aconteceu quando a cúpula alvinegra transferiu a partida de ida das semifinais do torneio, contra o Cerro Porteño (Paraguai), da Vila Belmiro para o Pacaembu.
‘Não sei aonde vai ser. A partir de agora, vamos pensar qual decisão iremos tomar. Temos que ver os interesses conflitantes dos sócios e torcedores. Por esse lado, o Morumbi acomodaria um número maior de torcedores. Já no ponto de vista técnico, acho que o Pacaembu seria melhor. Os jogadores estão mais acostumados lá e o estádio, em si, exerce uma pressão maior sobre o adversário. Enquanto isso, o Morumbi é um estádio mais frio’, analisou Luis Álvaro.
Indagado sobre o tema, o meia Elano deixou escapar a sua preferência pelo Pacaembu. ‘É difícil escolher um lugar porque a Vila Belmiro é a nossa casa, mas não pode por causa do regulamento (que exige público de 40 mil para a final, capacidade acima do que a Vila acomoda). Normalmente, a gente vem jogando no Pacaembu e vem dando certo. Não acredito que isso vai ser mudado agora. Temos que acatar as ordens da diretoria’, concluiu.
Apesar da possibilidade de jogar no Morumbi, a tendência é que o Santos mande o jogo decisivo da Libertadores no Pacaembu. A equipe já atuou três vezes nesse estádio, durante a competição – contra Deportivo Táchira (Venezuela), pela primeira fase; Once Caldas (Colômbia), pelas quartas de final e Cerro Porteño (Paraguai), pelas semifinais.