Com oito jogos e só um gol no Brasileirão, Valdivia fez falta mais pelo seu potencial do que pelo que efetivamente fez desde que voltou ao clube, na metade de 2010. Cada retorno é tratado como definitivo, na expectativa de o jogador se livrar de vez da sequência de lesões. Só neste ano foram três mais graves, duas na coxa esquerda e a atual na coxa direita. Para não forçar demais a região recém-lesionada, o Mago até “regrediu” seu tratamento na quarta-feira. Depois de ter treinado com bola na terça, passou o dia fazendo fisioterapia e trabalhos físicos na academia.
O Mago se envolveu em polêmicas, sim – a quase transferência para o Al-Sadd, do Qatar, recusada pelo presidente Arnaldo Tirone, e o atraso para uma reunião entre Tirone e os jogadores no CT, há pouco mais de uma semana (o deslize lhe custou R$ 2 mil). Por outro lado, está totalmente alheio às trocas de farpas entre jogadores e o técnico Luiz Felipe Scolari, principalmente depois do empate por 1 a 1 com o Atlético-GO, em Goiânia, quando o Verdão cedeu a igualdade com dois jogadores a mais em campo.