O plano é elaborar um documento em que os atletas informem que não entrarão em campo na próxima agressão de que um deles for vítima. A ideia é construir uma relação com outros sindicatos e nacionalizar o movimento: “Precisamos criar uma cadeia, para se um jogador de qualquer clube receber qualquer tipo de agressão, o campeonato pare”, diz Martorelli.