“Continua igual. Falta decide, depende lado da bola, posição da barreira. Pênalti tem prioridade de escolha. Jogando, ele é o batedor oficial. Toda escolha passa por ele”, explicou o meia-atacante Alex.
Em má fase e muito criticado após a derrota no clássico para o Santos no dia 18 de setembro, Chicão foi barrado por Tite e relegado para a reserva. Com a desculpa de que estava psicologicamente abalado, o zagueiro (ainda capitão do time) pediu para ser cortado do derbi contra o São Paulo, atitude que desagradou (e muito) o presidente Andrés Sanchez e o técnico Tite, e gerou até críticas públicas do volante Ralf.
Chicão passou a treinar em separado e foi aos poucos se reintegrando ao grupo. De absoluto no time, o zagueiro passou a ser a quarta opção no setor. Com a suspensão da dupla titular formada por Paulo André e Leandro Castán, ele ganhará mais uma chance neste domingo contra o América-MG. E, pelo menos no discurso, Tite faz questão de tentar deixar as rusgas no passado.
“Isso já passou faz tempo. Ele está integrado, treinou, foi para jogo, voltou. É uma situação normal. Quando o atleta está integrado, concentrado, trabalhando, interagindo, não há problema”, afirmou o treinador na última terça.
Apesar de seguir como batedor oficial de pênaltis após a permissão de Alex, Chicão não recuperou a braçadeira de capitão, sinal de que o prestígio que possuía com Tite está longe de ser o mesmo. O lateral-direito Alessandro segue na função.