Os dirigentes do Al-Hilal pressionam e o Flamengo terá de correr para fazer valer o pré-contrato assinado com o atleta. Foi estabelecido no documento um vínculo de quatro anos e reajuste salarial por temporada. Léo Rabello se mostrou preocupado com a situação.
“Existe uma discordância quanto ao pagamento. Os árabes acham que o Flamengo não vai conseguir pagar e consideram que o negócio pode não andar. O Flamengo garante ter alternativas e nós também. Além, claro, do desejo do jogador. Existem agentes no meio disso tudo tentando tumultuar, mas temos estratégia, e ele só joga no Flamengo. Até se o pagamento tiver de ser feito para ele ficar aqui de outra forma. O Thiago não é uma mulher de burca para ser comandado", afirmou..
Para ter o jogador em definitivo, o clube da Gávea precisa pagar R$ 18 milhões por 90% dos direitos econômicos do atleta. A situação ainda não andou, pois o Flamengo deseja quitar o débito em um período superior a dois anos. O Al-Hilal exige um tempo menor.
Perguntado sobre o fim do imbróglio, Léo Rabello até promoveu uma brincadeira.
“Também gostaria de saber... Se você tiver essa informação pode me falar, ok?”, encerrou.
No dia 3 de janeiro, o Flamengo se reapresenta e inicia os trabalhos da pré-temporada. O clube irá dividir a preparação entre Londrina e Bolívia.