Segundo a empreiteira Odebrecht, cerca de 2.315 estacas já foram cravadas. Até janeiro, a estimativa é que todas as 3.200 já estejam colocadas na estrutura. As vigas jacaré, que sustentarão os assentos da arquibancadas já começaram a ser colocadas. Há 925 funcionários no canteiro de obras corintiano.
No caso da arena palmeirense, o percentual é referente apenas ao estádio, que ainda está em fase de demolição. A obra como um todo, que engloba também a construção de dois prédios na sede social do clube, já atingiu 33,3% do total e a primeira fase, que é a construção dos edifícios, está prestes a ser encerrada.
Em fevereiro, todas as obras dentro da sede social do clube ficarão prontas. O edifício das quadras e o de uso múltiplo, que somam 25 mil metros quadrados de área construída, já estão em fase de acabamento, com a instalação das fachadas e com o início da operação dos elevadores. Depois de entregues ao Palmeiras, caberá ao clube mobiliá-los e designar como serão utilizados. A previsão é que no máximo até abril a diretoria e o presidente já estejam trabalhando no novo prédio administrativo.
A empresa AEG será responsável pela gestão do local, graças a um contrato de 10 anos e renovável por mais 20. Ela vai ficar responsável por organizar e promover eventos na arena.
A Traffic vai negociar os camarotes e espaços comerciais. O Palmeiras fica com 100% da arrecadação da bilheteria.
“Uma das principais diferenças da Arena para o estádio do Corinthians é que tivemos que derrubar tudo e antes, tivemos que ficar dois anos brigando na prefeitura para conseguir liberação para fazer a obra. Não tivemos apoio público em momento algum”, afirma Rogério Dezembro, diretor de novos negócios da WTorre.