Revelado como craque pelo Águia Negra de Rio Brilhante, o jogador Carlos Silva integrou o elenco do Santos Futebol Clube na década de 80, depois de passar pelo Operário Atlético Clube em Dourados. Em fevereiro de 1980, há 32 anos, o time santista, na época em que se originaram os Meninos da vila, hoje eternizados com os 100 anos de história do clube, jogou no estádio da Leda contra o próprio Operário. O jogo amistoso também serviu para comemorar a fundação da primeira torcida organizada do Santos na região.

Ismael, Clóvis, Carlinhos, Cícero Costa, Viegas e Antonio Penze

Ismael, Clóvis, Carlinhos, Célio e Cassiano, na criação da "Vibração"
A “Vibração Santista”, criada por inspiração do jornalista Clóvis de Oliveira, juntamente com alguns apaixonados pelo clube, como os também jornalistas Vander Verão, Prudêncio Campos e Antonio Viegas, os advogados Antonio Penze e Cícero Costa, o professor Lauro Davi, além de Célio Caetano, Cassiano Renovato, Braz Rodrigues, entre outros, homenageou Carlinhos, como ele era chamado no futebol regional, com uma placa e o jogador ainda foi escolhido padrinho da organizada santista.

C. Gaúcho, Joãozinho, Marola, Neto, Paulinho, Nelson, N. Batata, Carlinhos, Aluísio, Pita e Cardim, na Leda
Na época, o treinador do Operário, Alfio Senatore, que foi quem dirigiu os primeiros passos do Carlinhos douradense, emocionou-se ao ver o pupilo com a camisa 8 santista e aproveitou o encontro para cumprimentar o técnico Pepe, craque imortal dos principais momentos do “Peixe” nas décadas de 50 a 70, que comandou o time santista no amistoso em Dourados, onde o time da Vila Belmiro jogou com Marola; Cláudio Gaúcho, Joãozinho, Neto e Paulinho; Nelson, Carlinhos (o Carlos Silva) e Pita; Nilton Batata. Aluísio e Cardim.