O Santos voltou à carga para contratar o atacante Robinho, do Milan, da Itália. Após reprovar os valores pedidos, o clube se reanimou com a procura do clube italiano por um jogador para a mesma posição - primeiro o argentino Carlos Tévez, que acertou com a Juventus, e agora o japonês Keisuke Honda, do russo CSKA - e estuda adotar estratégia similar à do Barcelona para contratar Neymar, a inclusão de um amistoso que gere a renda como parte do pagamento, para, enfim, concretizar o sonho de repatriar o camisa 7
A prática abateria os 10 milhões de euros (cerca de R$ 29 milhões) exigidos insistentemente pelos italianos, considerados inviáveis pelos 29 anos do jogador e que tornaria o investimento superior ao recebido com a venda de Neymar. Robinho segue na Baixada Santista, de férias.
"As cifras levantadas pelo representante do Milan, tanto os valores destinados a eles quanto ao Robinho, consideramos elevados. É mais ou menos isso (R$ 1,3 milhão mensais). Acho muito difícil, a gente vem conversando com o Milan, são pessoas que o Robinho indicou, mas os números apresentados, se não sofrerem nenhuma revisão, torna o negócio impossível”, afirmou Odílio Rodrigues, vice-presidente santista, após a prestação de contas pela venda do ex-camisa 11 ao Barcelona no último dia 17.
O time da Vila Belmiro retoma a disputa pelo Brasileiro neste domingo (7), após a Copa das Confederações, no clássico com o São Paulo, no Morumbi, às 16 horas (de Brasília).