O presidente do Ubiratan, Joaquim Soares, negou que o clube tenha se utilizado de sinalizador no estádio Frédis Saldivar, o "Douradão", durante a partida de estreia do "Leão da Fronteira" no Campeonato Estadual deste ano frente ao Clube Desportivo 7 de Setembro. Segundo o dirigente, a denúncia da existência deste artefato, proibido em estádios do país, não é verdadeira.
Joaquim Soares admitiu, todavia, que os torcedores do Ubiratan utilizaram fumaças nas cores amarelas. "Não temo nenhuma punição por parte do Tribunal de Justiça Desportiva, uma vez que em momento algum foi constatado a presença de sinalizador no estádio e sim fumaças, o que em vários estádios do país são soltadas pelos torcedores", disse o presidente.
O presidente do Ubiratan disse que a inexistência de sinalizador no local aonde estava postada a torcida leonina foi constatada pelos seguranças que prestavam serviços nas arquibancadas, assim como pela PM (Polícia Militar) e também pela arbitragem da partida, tanto que na súmula preenchida por eles não consta nenhuma referencia sobre a existência do artefato no estádio. "Estamos com a consciência tranqüila, pois nada de anormal foi verificado antes, durante e depois do jogo em que o nosso time acabou cedendo o empate ao adversário. Quem fez essa denúncia visando prejudicar a minha equipe com certeza não sabe diferenciar entre um sinalizador e um tubo de fumaça", finalizou o presidente.
A denúncia foi publicada pelo site Bola na Rede, informando que o uso de um sinalizador por parte da torcida do Ubiratan no empate diante do Sete de Setembro, em jogo realizado no sábado (31) passado, no "Douradão", poderia render punição ao clube.