A edição do ano passado esfarelou os manuais sobre como ganhar uma Libertadores da América. Chegaram às semifinais equipes pouco habituadas a triunfar na competição. O San Lorenzo, campeão pela primeira vez, foi acompanhado na reta final por Bolívar, da Bolívia, Defensor, do Uruguai, e o Nacional paraguaio – longe de serem protagonistas do maior torneio de clubes da América. A exceção, porém, não deve anular a regra, e a Libertadores, com suas particularidades, exige cuidados específicos. Alguns requisitos para tornar mais fácil a tarefa de conquistar a América estão listados em reportagem onde o GloboEsporte.com buscou a opinião de campeões.
Veja aqui o que dizem os vencedores
Participaram o técnico Tite (vencedor em 2012 com o Corinthians), o preparador físico Paulo Paixão (tricampeão: Grêmio em 1995, Palmeiras em 1999 e Inter em 2006), o goleiro Victor (herói da conquista do Atlético-MG em 2013), o lateral-esquerdo Fábio Santos (ganhador com o São Paulo em 2005 e com o Corinthians em 2012), o ex-lateral-direito Vítor (campeão por três clubes diferentes: São Paulo em 1993, Cruzeiro em 1997 e Vasco em 1998), Edu Gaspar (gerente de futebol do Corinthians no título de 2012) e Fernando Carvalho (presidente do Inter no título de 2006 e vice de futebol no bi em 2010).