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Desportista revive o clássico UBI-CAD no Douradão

11 de dezembro 2015 - 14h08 Por Redação Douranews
Desportista revive o clássico UBI-CAD no Douradão

O torcedor douradense poderá rever, sábado (19) que vem, véspera do domingo e feriado do aniversário da cidade, no estádio Frédis Saldivar, o “Douradão”, parte dos jogadores que marcaram e honraram a camisa dos dois clubes que marcaram a recente rivalidade local do futebol sul-mato-grossense: O clássico UBI-CAD está sendo organizado para às 16 horas, por iniciativa do ex-jogador Amauri José da Silva, o “Baiano”, visando reeditar os anos de ouro do futebol profissional douradense.

Pelo gramado do “Douradão” estariam de volta para a reedição do clássico, os jogadores Ferrari, Galo, Juarez, Dirceu, Israel, Edmilson, Altair, Fantinha, Paulo Isidoro, Prego, China, Ricardo, Adir, Amauri, Pedro Paulo, Claudio Basílio, Moacir Amorim, Cigano, Andrade, Buca, Carlos Silva, Parafuso, dentre outros que protagonizaram confrontos históricos.          

Também estão convidados a participar desta festa de confraternização, os técnicos Abílio Bezerra que atuou no então Operário de Dourados e depois no CAD e Sérgio Amílcar Pereira, o “Soco”, que também fez sua história no futebol douradense no CAD e no Ubiratan assim como os ex-presidentes Roberto Razuk; Edilson Nogueira Peres e Edson Freitas da Silva, além de Joaquim Soares, bem como os eternos jogadores da era de ouro do futebol amador, Jairo de Quadros, Mauro Alonso, Valdessi Carbonari, Marciano, entre outros que também deixaram seus nomes na história e no comprometimento com os torcedores e amantes do futebol douradense.

Após a reedição do clássico, todos os presentes estarão participando de uma confraternização que será realizada no clube Indaiá com churrasco e bebidas. “Fizemos historias no futebol douradense, daí ter iniciado este movimento para relembramos aqueles velhos tempos em que os clássicos eram a paixão dos torcedores douradenses” disse “Baiano”, antecipandando agradecimentos à Prefeitura por meio do diretor/presidente da Funed (Fundação de Esporte de Dourados) Antonio Coca; à direção do Clube Indaiá e demais patrocinadores para a realização deste evento.

Tradição

         O torcedor ubiratanense tinha na cabeça, nos anos 90, a escalação da equipe de coração: Marola; Valdenir, Cícero, Zózimo e Correia dando sangue na defesa; no meio de campo, as feras Fantinha, Amauri e Ferrari, e no ataque que sempre atuava de forma fulminante em cima dos adversários, o veloz Cocan, o brucutu Tadeu e o técnico e rápido ponta esquerda Marquinhos.

Com este time base o “Leão da Fronteira” como é conhecido o clube tinha como presidente o então deputado estadual e empresário Roberto Razuk conquistou assim o primeiro título de campeão sul-mato-grossense.

Nesta conquista em cima do então CEN (Clube Esportivo Naviraiense) em pleno estádio “Virotão” ao arrancar um empate em zero a zero após vitória na primeira partida no “Douradão” pela contagem mínima (gol de Tadeu) vale lembrar, o Ubiratan Esporte Clube teve três técnicos ao longo da campanha, sendo eles, José Flor, o “Careca” (in memorian), Mário Lúcio da Silva, o “Manteiga” e, por último, Moacir Carlos Amorim.

Na caminhada do Ubiratan em termos de títulos, o clube é o único tricampeão da série A e foi duas vezes vice assim como tem também um título conquistado recentemente na série A após ficar 23 anos sem atividades. O clube infelizmente caiu de novo para a segundona. 

Um ano antes, porém, a sensação do futebol profissional de Dourados era o “azulão da Marcelino Pires”, o CAD (Clube Atlético Douradense) que tinha como presidente o empresário Edson de Freitas e como técnico Mário Lúcio da Silva, o “Manteiga”, todavia, a equipe deixou escapar seu título ao perder na capital por um a zero para o então poderoso Operário Futebol Clube.

Os torcedores do CAD, assim como os ubiratanenses, também tinha de cor a escalação da equipe base: no gol o eterno Cassiano; Baiano, Prego, Fantinha e Renê completavam o sistema defensivo; no meio de campo, Dourado, Giovanni e Jairo, e no ataque, Paulo Isidoro, Dega e Marquinhos.

Na história do clube que teve uma passagem rápida pelo profissional, o CAD obteve dois vices campeonatos.