A idosa alega que os suspeitos a convenciam a entregar-lhes dinheiro e objetos de valor alegando que os pertences eram amaldiçoados. A mulher diz que até comprou uma casa para os suspeitos, avaliada em R$ 535 mil.
O delegado Miguel Said explicou que o casal já foi indiciado por estelionato, crime contra o idoso e retenção de documentos. O inquérito ainda não foi concluído em função do processo de investigação.
Um dos advogados que representam o casal, Fábio da Rosa, confirmou ao G1 que seus clientes são pastores de uma igreja no bairro Coronel Antonino, em Campo Grande, e conheceram a idosa durante os cultos. Ele nega que os suspeitos praticaram qualquer tipo de crime contra a mulher.
“Eu a tinha como uma amiga íntima. Ela tinha mania de levar as minhas coisas dizendo que estavam 'macumbadas'”, disse a idosa ao G1. A vítima, além da aposentadoria, vive de investimentos agropecuários e mora sozinha em um apartamento.