Celso Daniel foi executado com oito tiros em janeiro de 2002. Ela havia sido sequestrado quando saía de um de um jantar com o amigo empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, que não foi levado pelos bandidos. Seu corpo foi encontrado dois dias depois na Estrada das Cachoeiras, em Juquitiba, cidade vizinha de Itapecerica da Serra.
Durante o julgamento,o promotor Márcio Augusto Friggi de Carvalho sustentou que o ex-prefeito foi morto por ter descoberto que o esquema de corrupção instalado na prefeitura estava sendo utilizado para enriquecimento pessoal dos acusados. Segundo Carvalho, inicialmente o desvio de verbas era usado, com o conhecimento de Daniel, para abastecer o caixa 2 da campanha eleitoral do PT.
Os advogados de defesa, no entanto, afirmam que não havia provas no processo de que o assassinato foi cometido pelos réus. Antes do começo da sessão, que começou com duas horas de atraso, às 11h30, os advogados de Elcyd Oliveira Brito, o John, e de Itamar Messias Silva dos Santos deixaram o juri alegando que não teriam tempo suficiente para a defesa de seus clientes, pois cada um teria apenas meia hora para a explanação. O julgamento dos dois foi remarcado para 16 de agosto.