Marcelo Faria já contactou um advogado para cuidar do caso em que se envolveu na quarta-feira, 18, quando foi acusado de agredir um segurança na casa de shows "Miranda".
O criminalista Técio Lins e Silva assumiu o caso e, nesta sexta-feira, 20, falou com o EGO sobre os possíveis desdobramentos do processo.
"Marcelo está muito triste com isso e, certamente, se pudesse voltar no tempo, não veria esse filme de novo. Mas não dá para fazer isso. Vamos tentar resolver da melhor forma possível, tentar um acordo e prestar toda a solidariedade e ajuda necessária. Ele quer reparar o erro", disse Técio ao EGO.
Ainda segundo o advogado, ele e o ator conversaram por telefone, mas devem ter um reunião em breve para falar melhor sobre o caso. Técio disse ainda que Marcelo contou o que aconteceu e que teria ficado mal e triste. "Está tudo muito recente. Ainda vamos conversar melhor. Mas vamos fazer tudo para diminuir as consequências dessa situação. Li que o rapaz está sem trabalhar, que era aniversário dele. Vamos tentar remediar", afirmou.
Advogado de segurança vai entrar com ação cível na segunda-feira, 23
O advogado do segurança Fabrício Lopes, Edmilson Sobral Ferreira da Silva, vai dar entrada com uma ação cível contra o ator Marcelo Faria na segunda-feira, 23, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Edmilson é advogado da empresa de segurança Rio Maior, que contratou Fabrício para prestar serviço na casa de shows.
"Estive com o Fabrício hoje (sexta-feira, 20), e ele ainda não está bem. Não sou médico, mas é vísivel, pelo modo de falar e de se locomover, que ele ainda apresenta uma certa letargia por causa da pancada na cabeça. Conversamos e a ação cabe pedido por dano moral, estético e material", disse o advogado que contou ainda que, nem ele, nem seu cliente, foram procurados por Marcelo Faria.
Acordo
Perguntado se seu cliente estava disposto a fazer algum tipo de acordo, o advogado disse que já falou sobre a possibilidade com Fabrício. "Já falei sobre a possibilidade com ele, e ele não falou nada. Também não aconselho, nem recrimino, nessas situações, porque tudo depende muito da situação da pessoa e de suas necessidades", disse.