Segundo a acusação, De la Rúa teria autorizado o pagamento de subornos para senadores em troca de apoio.
Ele renunciou em dezembro de 2001 em meio a protestos motivados pela crise econômica no país.
É o segundo julgamento de um ex-mandatário no período democrático argentino. Carlos Menem havia sido absolvido da acusação de contrabando de armas para a Croácia e o Equador.