CNJ finalizou julgamento nesta terça-feira — Luiz Silveira/Agência CNJ
Juiz Aldo Ferreira da Silva Júnior recebeu uma censura do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com o advogado de defesa, André Borges, o CNJ decidiu na manhã de ontem (13) pela censura, um tipo de procedimento administrativo.
"Não foi apurado nenhum prejuízo a quem quer que seja, tudo não tendo passado de mera desorganização administrativa do setor de precatórios do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, situação já totalmente solucionada", detalhou o advogado. A censura não afeta as atividades do juiz.

Juiz segue na carreira, mas fica dois anos sen concorrer à promoção
A defesa ainda informou que vai tentar anular a decisão, mesmo que a carreira do magistrado não tenha sido prejudicada. "Como é uma medida administrativa, posso ingressar na justiça para anular a decisão", expressou.
O juiz tinha sido denunciado por supostas falhas na gestão dos precatórios, tarefa que exercia em 2014. Ainda haviam eventuais irregularidades praticadas na Vara de Sucessões. Ele chegou a ser afastado do cargo, mas retornou por meio de liminar do Supremo Tribunal Federal (STF).