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Dos 15,7 mil custodiados de Mato Grosso do Sul, 32,4% estão trabalhando

05 de fevereiro 2018 - 13h34 Por Thiago Gomes/CE
Dos 15,7 mil custodiados de Mato Grosso do Sul, 32,4% estão trabalhando Internos da Máxima trabalham na produção de equipamentos para parques — Divulgação

Atualmente, 32,4% dos quase 15,7 mil custodiados em estabelecimentos penais de Mato Grosso do Sul estão trabalhando, dentro ou fora das unidades penais. São reeducandos dos regimes fechado, semiaberto e aberto.

A frase do pensador Benjamin Franklin, de que “o trabalho dignifica o homem”, para centenas de internos do sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul é referência para a vida prática. Se de um lado, uma significativa parcela da massa carcerária prefira a continuidade em ações criminosas e até a adesão às facções que se alimentam da ociosidade intramuro, do outro há homens e mulheres que optaram por remir o tempo, reduzindo a pena pelo exercício do trabalho digno.

Segundo a chefe da Divisão do Trabalho da Agência Estadual de Administração Penitenciária (Agepen), psicóloga Elaine Cecci, o índice de ocupação dos internos de 32,4% já supera a média nacional, que hoje gira em torno de 22%.